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Sábado Set 04

Coluna Pablo Nogueira

VALE TUDO PELO VOTO

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As frequentes aparições dos virtuais candidatos a Presidência da República fazendo campanha, antes da hora permitida por lei, demonstra o nível baixo em que o rumo pré-eleições começa a tomar. Pela lógica política, vale tudo pra ser eleito. Dilma Rousseff e José Serra arrumam sempre motivos dos mais estranhos para aparecer - de inaugurações de placas a anúncios de obras mal acabadas.
Recentemente, o governador de São Paulo tinha na agenda inauguração da nova pista da Marginal do Tietê. Nela há trechos que não ficaram prontos até a solenidade. Falta sinalização, como determina o Código de Trânsito Brasileiro e não há iluminação, que só deve ser instalada em seis meses. Uma semana antes, ele usou placas para inaugurar à distância projetos no interior do Estado, fora as maquetes que foram incansavelmente criticadas pelo presidente Lula.
Lula não pode se dar esse luxo. A candidata dele, Dilma Rousseff tem usado do status de ministra e de igual esperteza para também fazer campanha. No currículo houve até inauguração de obras já inauguradas. No último dia 24, ela reinaugurou trecho da BR-319 ainda com o asfalto inacabado, entre Humaitá (AM) e Porto Velho (RO), e fez um discurso com elogios ao presidente.
Como a recíproca é verdadeira, Lula elogiou a candidata e se deu mal. O Tribunal Superior Eleitoral condenou o presidente a pagar uma indenização de 10 mil reais por campanha antecipada. É a segunda multa imposta pela justiça eleitoral em pouco menos de um mês. Depois de saber da decisão, Lula fez graça. Ironizou ao perguntar, durante evento, quem iria pagar a conta. Ouviu de simpatizantes eufóricos do partido, presentes na plateia, de que eram eles, numa demonstração de “solidariedade”.
A ironia do chefe do poder executivo a uma decisão do poder judiciário é uma amostra clara de que, apesar de uma legislação severa, todos os candidatos têm dado a mínima para o tribunal. Na política do Brasil as leis necessariamente não são para serem cumpridas. E a ética, ora universal, varia de acordo com os interesses.
 

 

Minas que vale ouro

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O Estado de Minas Gerais será estratégico para as eleições presidenciais deste ano. Com segundo maior número de eleitores do país – é o único a não ter uma linha definida em relação ao rumo que deve seguir. Não decidiu ainda se vota majoritariamente em José Serra, candidato do PSDB ou em Dilma Rousseff, candidata do PT. Uma coisa é certa: quem desejar a vitória precisará cruzar as montanhas e arregaçar as mangas.   
A começar pelo Norte e Nordeste, Dilma Rousseff deve levar grande parte dos votos. Nas duas regiões socialmente mais pobres do Brasil a ministra se valerá da boa aprovação de Lula. O presidente venceu nos nove estados nordestinos nas duas últimas eleições, e ao que tudo indica, conseguirá com pouco esforço transferir os votos. No Norte, Lula também é imbatível. Com exceção do Acre, o presidente levou a melhor em todos os outros seis estados.
Na região Sul do Brasil, José Serra tende a sair melhor. Pelo menos é o que mostra a história. Nas duas últimas eleições, os tucanos saíram vitoriosos na região. Em 2006, Geraldo Alckmin – candidato do PSDB à época – teve expressiva votação e conseguiu ganhar em todos os três estados, em todos os turnos.
Na região Centro Oeste há uma divisão de preferência nos quatro estados. A dupla Mato Grosso e Mato Grosso do Sul votaram no PSDB. Já o Distrito Federal e Goiás deram a vitória ao PT nas últimas eleições.
Na região Sudeste há um grande contraste no que diz respeito ao Espírito Santo, por exemplo. Com pouca representatividade, os capixabas, mesmo indecisos – depois de darem a vitória a Lula em 2006 e José Serra em 2002 – ao contrário de Minas, não tem muita força para mudar o quadro das eleições. Por lá, são pouco mais de 2 milhões de eleitores.
No Rio de Janeiro – terceiro maior colégio eleitoral do Brasil – Lula venceu todas as eleições que disputou e também deve transferir sem dificuldades os votos para a candidata Dilma.
Em São Paulo – maior colégio eleitoral do Brasil – o PSDB governa há mais de uma década, tamanha a força do partido. Em 2002 o Estado levou José Serra a vencer o primeiro turno, forçou o segundo e nele optou por Lula. Quatro anos depois, Geraldo Alckmin venceu nos dois turnos com ampla vantagem sobre o presidente da República.
Este ano, o PSDB lidera com folga as intenções de voto e ao que tudo indica vencerá mais uma vez em solo paulista.
Em Minas Gerais, os presidenciáveis terão o apoio de peso de dois campões de popularidade. Dilma agarra-se em Lula, vencedor nas duas últimas eleições presidências no Estado. Serra agarra-se em Aécio Neves, vencedor com ampla vantagem nas eleições para governador. Os dois chegam a 70% de popularidade. Em recente pesquisa do Instituto Data Tempo, 21% dos mineiros disseram votar no candidato que Aécio pedir. Outros 23% disseram que aceitam votar em quem Lula pedir.
Nas Minas que um dia já foram de ouro, pedras e diamantes, os presidenciáveis terão de explorar cada cantinho em busca de 14 milhões de jóias raras, que não se encontram em qualquer lugar.

 

E as propostas?

 

 

Com o início da pré-campanha eleitoral os ataques se intensificam. No centro do debate há, ao invés de uma discussão sobre os projetos futuros, a tradicional cisma com o passado. O clima de Fla-Flu, imposto por PT e PSDB demonstra a vontade maquiavélica em apontar defeitos nos adversários que são comuns também a quem aponta. É notória a disputa mesquinha que beneficia apenas os partidos. Vence quem conseguir a custo de bom desempenho buscar números gloriosos. Mas que apresentados em contexto reforçam a tese: em quase duas décadas no poder, ambos acumulam defeitos imperdoáveis.
A educação melhorou, com substancial queda na taxa de analfabetismo e de crianças fora da escola. A qualidade da escola, no entanto, ainda continua devendo. Crianças e adolescentes são aprovados de maneira irresponsável. Chegam à universidade (e quando chegam!) sem saber o básico. O aprendizado do estudante de escola particular ainda é bem melhor em relação aos de escola pública. Mais preparados, estes alunos são a esmagadora maioria nas universidades federais.
A taxa de desemprego caiu a níveis importantes, mas quase três milhões de pessoas estão sem trabalho no Brasil. Muitos vivem na informalidade, outros trabalham em situações degradantes. O salário aumentou, mas o poder de compra do brasileiro ainda é mínimo. Com elevadas taxas de juros, trabalha-se mais de cinco meses pra pagar imposto. O reajuste da aposentadoria não acontece na mesma sintonia que o mínimo. Muitos aposentados não ganham nem um terço do que quando se aposentaram. Mais de 70 milhões de brasileiros são considerados miseráveis. E 17 milhões, literalmente, passam fome, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Como se vê, falta um debate que dê conta do que fazer com um Brasil que, nos números, pode se tornar a quinta potência econômica mundial. Mas tem graves problemas de terceiro mundo em que qualquer propaganda de “país perfeito” soa à demagogia.
É certo que a campanha só está começando. Mas a julgar pelo que reforçam as figuras políticas dos dois partidos, assim ela deve seguir, sem propor melhorias efetivas. Que ao longo da campanha a balança de quem errou menos, seja substituída pela de quem pode acertar mais.
*A partir de agora este articulista também virou blogueiro e convida todos os leitores a acessar www.eleicoes2010.zip.net

 

Tirando o pé da lama

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Quando o mandato de Luis Inácio Lula da Silva terminar, um ciclo de 16 anos terá sido encerrado. Um ciclo que começou ainda no governo de Fernando Henrique Cardoso e foi responsável pelo amadurecimento da noção, por parte dos eleitores, da importância de uma escolha não apenas democrática, mas também acertada sobre os rumos do país. Só quando o brasileiro se deu conta dessa importância, conseguiu sair do fosso de lama em que estava durante mais de trinta anos, entre governos ditatoriais e governos de fisiologismo.
Logo, é um equívoco acreditar que a maior causa de o Brasil ser um país com relativa melhora se deve a governos eficientes. Isso é conseqüência. A causa está atrelada a escolha madura do eleitor. Ainda que o processo eleitoral precise melhorar no campo legislativo, no campo executivo há motivos para comemorações. Não se julga o mérito da escolha, nem tão pouco aquilo que é puramente a conseqüência, ou seja, a eficiência dos governos. Analisam-se os critérios de escolha. .
Em 1994, a opção por FHC significou a expectativa como presidente, de repetir no campo social, educacional e de saúde, o sucesso da economia com a criação do Real quando o tucano ainda era ministro da Fazenda de Itamar Franco. Durante oito anos, entre erros e acertos, se as decisões não chegaram próximos da perfeição, serviu ao menos para consolidar as instituições e tirar um dos pés do Brasil da lama.
Em 2002, a opção por Lula significou a rejeição por um governo continuado, onde se esperava que não apenas um, mas os dois pés fossem retirados da lama. O eleitorado, cansado de esperar, decidiu mudar o caminho e entregou ao petista a incumbência de tirar o Brasil, de vez, do buraco. Durante oito anos, entre erros e acertos, Lula conseguiu tirar o outro pé do Brasil da lama.
A partir de agora o país parece estar pronto para caminhar, com os pés livres de ir ao encontro de um lamaçal. Resta saber se o eleitor manterá a máxima de, entre todos os candidatos abarcados de defeito, escolher o que menos tem errado. E decidir sobre, será um exercício severo de consciência, onde qualquer equívoco pode render um tropeço.

 

Entre a sorte e a ciência

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Divinópolis foi contemplada pela Caixa Econômica Federal para receber 500 casas do programa “Minha casa, minha vida”, do governo federal, que concede a preços populares financiamentos para cidadãos carentes de todo o Brasil. Se inscreveram 12 mil pessoas. Ou seja, mais de 95% dos inscritos ficaram sem casa, pelo menos, em um primeiro momento.

A escassez de casas, é bom deixar claro, não é uma exclusividade de Divinópolis. Há algumas semanas, nesse mesmo espaço, outro artigo do JM discutia problemas semelhantes no Recife, em Belo Horizonte e em tantas outras grandes cidades. Sobram sonhadores e faltam terrenos para um programa que a julgar pelos anúncios prometia uma revolução, e amenizaria os efeitos da desigualdade social. Na prática, as intenções de promoção social ganham, cada vez mais, cara de eleitoreiras.

Para solucionar o problema, o governo do município achou por bem sortear as casas entre os concorrentes, numa tentativa de eliminar a ameaça de que a cidade perca os terrenos – o que pode acontecer se o impasse não for resolvido – e ainda acabar com a politicagem. 

As intenções parecem aparentemente serem de boa fé, mas não se pode admitir que as decisões de extrema importância sejam resolvidas a partir um lance de sorte, sem optar por critérios técnicos e científicos. Uma vez decidindo que um sorteio resolve o problema da desigualdade social, é de esperar que o quadro continue sendo tão ou mais desigual quanto antes. Seria apagar as virtudes do programa do governo federal de se acabar com um problema crônico de falta de moradias para famílias, de fato, carentes. 

 Não são todas as pessoas inscritas no programa que se enquadram nos critérios de menos necessitados, ou pelo menos, não com a mesma urgência de alguns em relação a outros. Ao que parece, o governo municipal acredita que adotar caminhos mais curtos, como o sorteio, pode amenizar erros. Em partes há fundamento. Impediria o que o antropólogo Roberto da Mata chama de famoso “jeitinho brasileiro” e que o sociólogo Bernardo Sorj acredita se concretizar, dentre outros, no espaço publico através das relações de convivência em rede, na popular troca de favores.

Ainda assim é preciso insistir no caminho mais longo pra que não se cometa o primeiro dos erros: a injustiça de “dar” uma casa para quem tem condições de viver de aluguel. Inúmeras equipes distintas e competentes de sociólogos e assistentes sociais devem ser preparadas pra avaliar criteriosamente cada família. Deve-se levar em conta a renda de cada membro, os bens dos moradores da residência e as necessidades de cada um. Não apenas isso, mas também o acesso a educação, saúde, transporte, etc. O próprio governo federal adota algumas dessas políticas na seleção de outros programas como o Bolsa Família, o PROUNI ou FIES (Financiamento Estudantil). Longe de obter sucesso integral, os métodos ainda são os melhores para um projeto social continuar cumprindo sua função, a de acabar com a desigualdade.

 

Aluguel e Venda

http://www.divinopolis.net/_/rsrc/1259450964806/imobiliaria/franciscoimoveis.JPG?height=97&width=200

Aluguel de OUTDOORS banca despesas do DTC

Decreto assinado pelo prefeito é desrespeitado – Em local público é proibida a propaganda em placas

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Capa do Impresso

Mundo dos famosos

Nicole está focada em seu novo álbum. E as Pussycat Dolls?

http://www.lazermusica.com/blog/wp-content/uploads/2010/03/Nicole-Scherzinger-confirma-novas-integrantes-para-Pussycat-Dolls.jpg

Nicole Scherzinger revelou não saber o destino do Pussycat Dolls. A líder da girlband está focada em seu álbum solo e admitiu não saber o que aconteceu com a nova formação do grupo anunciada no começo do ano.
"Estive trabalhando em um álbum solo," ela disse ao blogueiro Perez Hilton. Quando questionada se isso significava que as Pussycat Dolls tinha terminado, ela respondeu: "Não, mas o futuro é indefinido."
"Bom, sei que eu não deixei as Pussycat Dolls, mas meu foco agora é trabalhar no meu álbum e eu estou muito animada."

Cenário

DENÚNCIAS DE PROSTITUIÇÃO ENVOLVENDO MENORES EM DIVINÓPOLIS

Veja o vídeo de matéria exclusiva produzida pela equipe da TV Candidés (REPÓRTER: CLEBER CORRÊA; IMAGENS: RAFAEL MOREIRA; EDIÇÃO: JÚLIO SANTOS).

FORÇA TAREFA CONTRA A DENGUE CHEGA A FORMIGA E SAMONTE

REAJUSTE SALARIAL PARA OS SERVIDORES PÚBLICOS

MEDICAMENTOS GENÉRICOS E SIMILARES: QUAL A DIFERENÇA?

MINAS TEM NOVA FERRAMENTA PARA O COMBATE À DENGUE

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Blog Cibele Leite

 

A voz do leitor

“O Jornal está de parabéns em mostrar o porquê à prefeitura está quebrada. É justamente por esses salários absurdos de muitos funcionários apostilados e em cargos de chefia. Por isso que a maioria dos funcionários de carreira da prefeitura, que não envolvem em política, hoje está com salários defasados. O GH estão praticamente no mesmo patamar do menor salário da prefeitura! Pesquise sobre isso!
Obrigado!”

Luiz Cláudio F. da Silva, sobre a matéria ‘Vladimir Azevedo confessa: os cofres da Prefeitura estão vazios - Sem dinheiro em caixa, prefeito revela a situação caótica do seu governo’ -, publicada na edição do JM  nº 467.

"Parabens, o jornal está fantástico a partir de agora irei vê-lo todos os dias. Parabéns a toda equipe do jornal! Beijo grande.
Lysia F. C. Faria - Brasília

"Esse Marcos Vinícius é um mentiroso. Chama o Conselho da Mulher e prova isso mentiroso. Quer ganhar a custa dos outros?"
Marta

"Não posso concordar com essa mentira do Marcos Vinícius, ele fez tudo de má fé e se a Sandra souber disso pode até processá-lo. Toma cuidado cara você tá mexendo com gente grande"
Sadraqui

Check-Up

CÓLERA

http://www.africanidade.com/content_images/5/colera.jpg

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TÉTANO

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CELULITE

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DENGUE

Na Região

DICA DE DECORAÇÃO

 

A estante da Lider Interiores, em laca amarela, relembra a década de 60 e faz homenagem ao fundador da Lider Interiores, João da Mata.

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Agenda Biblioteca Municipal

Confira quais são as programações deste mês de junho na niblioteca municipal de Divinópolis

Clique aqui

Frases

“EU QUERO VIVER, MAS NÃO TENHO MEDO DA MORTE. MAIS UMA VEZ FUI AMEAÇADO. SEI DE GENTE FALANDO POR AÍ QUE PRA CALAR O EDSON, SÓ FAZENDO ELE.”
Vereador Edson Sousa (PDT)

“EM CAPELINHA NÃO EXISTEM OBESOS PORQUE O POVO DE LÁ TRABALHA MUITO.”
Vice-prefeito de Divinópolis, Chiquinho Martins (PDT)

“OS GORDOS NÃO SÃO TRABALHADORES? VOCÊ ACABA DE ARRUMAR UM DESAFETO FERRENHO MEU CARO. E OLHA QUE AQUI NA REDE TEM GORDO PRA CARAMBA.”
O cidadão Juliano Fofão, referindo-se ao comentário do vice-prefeito sobre obesos

“CALA A BOCA CHIQUINHO.”

Assessor de gabinete, Tibério

“O MAIOR SEGREDO DO GOVERNO DE MINAS FOI SE AFIRMAR EM DUAS IDEIAS PRINCIPAIS - PARCERIA E PLANEJAMENTO. PARA AVANÇARMOS, PARA DARMOS UM PASSO ADIANTE, PRECISAMOS USAR OS BENS PÚBLICOS DE ACORDO COM AS NECESSIDADES DAS PESSOAS. E SÃO JUSTAMENTE AS PREFEITURAS QUE CONSEGUEM REALIZAR OBRAS DE MANEIRA MAIS RÁPIDA E EFICIENTE, PORQUE ESTÃO NA TRINCHEIRA DAS DIFICULDADES, SÃO AS PRIMEIRAS A RECEBEREM AS RECLAMAÇÕES DAS COMUNIDADES.”
Governador Antonio anastasia (PSDB)

“SOBREVIVER DE MÚSICA BOA É DIFÍCIL, MAS DE MÚSICA RUIM É A COISA MAIS FÁCIL DO MUNDO.”

Cantor e professor de viola, Rodrigo Lemos

“DEMOCRACIA SE NUTRE DE LIBERDADES: DE PROFESSAR RELIGIÃO, OPINIÃO E DE ASSOCIAR, E AINDA DE REVELAR A VERDADE. À IMPRENSA CABE EM JUIZO A ‘EXCEÇÃO DA VERDADE’, APRESENTAR SUAS PROVAS OU EXIGIR PERÍCIAS E DILIGÊNCIAS CABÍVEIS À ELUCIDAÇÃO DE QUANTO PUBLICADO.”
Dono do jornal SUPER, Vittorio Medioli

“AS MULHERES REALMENTE TÊM SE DESTACADO NESSE RAMO DE EMPREENDEDORAS. EXISTE ATÉ MESMO UM PERCENTUAL MUITO GRANDE DE MULHERES SE TORNANDO EMPRESÁRIAS EM TODOS OS RAMOS. ACREDITO QUE O CRESCIMENTO ECONÔMICO DE DIVINÓPOLIS NÃO SE DEVE ATUALMENTE SÓ PELAS MULHERES, MAS POSSO DIZER QUE A CONTRIBUIÇÃO DELAS PARA ISSO É MUITO BOM.”
Gerente regional do Banco do Brasil (agência Divinópolis), Fernando Antônio Martins de Oliveira

“O TEOR DA NOSSA VISITA É EDUCATIVO, POIS ACREDITAMOS QUE A CONSCIENTIZAÇÃO DURA MAIS DO QUE SIMPLESMENTE UMA VISITA PUNITIVA. POIS TEMOS CONSCIÊNCIA QUE QUANDO VIRAMOS AS COSTAS, MUITA COISA ACONTECE E PODE VOLTAR DA MESMA FORMA ERRADA QUE ESTAVA ANTES, NÃO QUEREMOS QUE ISSO ACONTEÇA.”
Coordenadora da Vigilância Sanitária, Janice de Oliveira Soares

“MESMO NA HORA DA FOME, NÃO ENTRO EM UM ESTABELECIMENTO POR CAUSA DO CHEIRO DE COMIDA QUE IMPREGNA AS RUAS E SIM PORQUE O LOCAL ESTÁ LIMPO. A HIGIENE É MUITO IMPORTANTE, PRINCIPALMENTE PELOS RISCOS DE CONTAMINAÇÃO.”
Entregadora de panfletos, Suely Fernanda

“ESTOU ESPERANDO ATÉ HOJE EXPLICAÇÕES EM RELAÇÃO ÀS REIVINDICAÇÕES QUE FIZ. FICO CHATEADO DE NÃO PODER MAIS CONTAR COM O BOM SENSO DE ALGUMAS AUTORIDADES MUNICIPAIS.”
Vice-presidente da Câmara, vereador Adair Otaviano

“O MAIOR POTENCIAL DE DIVINÓPOLIS É O HUMANO.”

Secretária de Desenvolvimento Social, Rosaly Kunz

“INFELIZMENTE TEMOS VISTO NOS ÚLTIMOS ANOS A CIDADE TER DESTAQUE NA MÍDIA POR SITUAÇÕES PEJORATIVAS OU CÔMICAS. NÃO VEMOS ATUALMENTE DIVINÓPOLIS SER APONTADA, OU APARECER NA MÍDIA NACIONAL, COM OS VALORES QUE POSSUI, OU A CAPACIDADE CULTURAL QUE TEM.”

Publicitário Luiz Fernando Martins

“NA ÚLTIMA ADMINISTRAÇÃO HOUVE CRESCIMENTO DENTRO DESSA ÁREA DE ORGANIZAÇÃO. NÓS TEMOS VISTO QUE A ATUAL ADMINISTRAÇÃO TEM FORÇA DE VONTADE, MAS AINDA FALHA.”
Vereador Antonio de Lisboa Paduano (DEM)

“TODOS ESTÃO APRENDENDO QUE SERÃO OBRIGADOS A CONVIVER COM PESSOAS MUITO DIFERENTES. TODO DOGMA É CONTESTADO, TODA CONVICÇÃO É POSTA EM DÚVIDA, TODA CAUSA TEM PRÓS E CONTRAS, TODOS OS VALORES TEM SEGUIDORES E DETRATORES. ENFIM, SE FOSSE POSSÍVEL MEDIR A VARIAÇÃO DE APOIO E PROTESTO A ESSAS IDEOLOGIAS, IDEIAS OU EMOÇÕES DO MUNDO ATUAL, PODERÍAMOS CRIAR UMA BOLSA IMAGINÁRIA, A BNV - BOLSA DE NOVOS VALORES. COM VOCÊS, "DAS KAPITAL"!”
Dinho Ouro Preto

“FICA CLARO QUE O MUNICÍPIO, QUE TERIA DE MONITORAR TODOS OS BOTA FORA, PRIVADO OU PÚBLICO DE QUALQUER CONSTRUÇÃO, PEGA UMA OBRA PÚBLICA E JOGA NA BEIRA DO RIO... CADÊ A SECRETARIA DO MEIO AMBIENTE? FICA ESSA INDAGAÇÃO”.

Prefeito de Divinópolis, Vladimir Azevedo (PSDB)

“HÁ UMA EXPECTATIVA QUE O COMÉRCIO DE LUXO NO BRASIL, DEVE CRESCER 25% ESTE ANO. O SETOR MOVIMENTA CERCA DE 5 BILHÕES DE DÓLARES POR ANO NO PAÍS E CRESCEU CERCA DE 35% NOS ÚLTIMOS SETE ANOS. A EXPANSÃO DOS MERCADOS DESTINADOS AS CLASSES A E B ESTÁ TAMBÉM RELACIONADA AO AUMENTO DE RENDA DA POPULAÇÃO.”
Presidente da CDL/Divinópolis, Petrônio Aquino

“ELE (KFOURI) TEM DIRIGIDO OS CANHÕES PARA MIM, NÃO PROFISSIONALMENTE, MAS DE UMA FORMA PESSOAL, DIRECIONADA A MINHA FÉ EM JESUS CRISTO. RESPEITO ELE COMO ATEU, MAS ESPERO RESPEITO COM AQUELE QUE PROFESSA SUA FÉ ATRAVÉS DE JESUS CRISTO.”

O meio-campo da Seleção Brasileira, Kaká

“KAKÁ SE ENGANA E ENFIOU JESUS ONDE JESUS NÃO FOI CHAMADO.”
Jornalista Juca Kfouri

Previsão do tempo

Horóscopo

Cinema

São estes os filmes em cartaz no Terra Parque Shopping em Divinópolis/MG

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