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Quarta Mar 10

Coluna Carlos Tesler

O paradigma do relativismo (2)

 

 

(...) No dia 29 de abril de 2009 foi desencadeada uma epidemia letal – Gripe Suína - que se alastrou pelo mundo inteiro (uma pandemia). Só para se ter uma ideia, em 1928 uma epidemia similar denominada Gripe Espanhola, atacou todo o mundo matando mais de 50 milhões de pessoas. A vida não nos pertence, mas sim a Deus. Ele nos trouxe e um dia nos levará de volta. O relógio da vida não vai e volta – ele só vai. Nunca voltou.
Cada segundo é único e não se repetirá.  Um minuto atrás, o último segundo não nos pertence – é do passado, da história. O minuto seguinte também não – ele é do futuro, da prospecção.
Portanto, viva com toda sua inteligência, emoção e inspiração para o momento presente – o aqui e o agora. Só ele nos pertence.
Da maneira como você vive sua vida é como ela será no futuro!

 

Carroça vazia

 

 

Certa manhã, meu pai, muito sábio, convidou-me a dar um passeio na fazenda, que aceitei com prazer. Ele se deteve num morro e, depois de um pequeno silêncio, me perguntou: - Além do canto dos pássaros, você está ouvindo mais alguma coisa? Apurei os ouvidos por alguns segundos e respondi: - Estou ouvindo um barulho de carroça. – Isso mesmo – disse meu pai. – É uma carroça vazia. Perguntei a ele: - Como pode saber que a carroça está vazia, se ainda não a vimos? – Ora – respondeu meu pai. – É muito fácil saber que uma carroça está vazia por causa do barulho. Quanto mais vazia a carroça, maior é o barulho que ela faz.

 Tornei-me adulto e, até hoje, quando vejo alguém falando demais, gritando para intimidar, tratando o próximo de forma grosseira e deselegante, querendo demonstrar que é o dono da verdade, tenho a impressão de ouvir meu pai dizendo: “Quanto mais vazia a carroça, maior é o barulho que ela faz!”

Cortesia da consultora Márcia Martins, de Belo Horizonte/MG.

 

O paradigma do relativismo

 


Como primeira medida, devemos ampliar nosso campo de visão. Para desentranhar a verdade ou a solução de um determinado problema é necessário abstrair-se de visualizar apenas o foco dele, por assim dizer: “o foco do incêndio”.
Um chefe de bombeiros, quando chega a um incêndio de proporções, primeiro observa o entorno periférico por onde o incêndio pode se alastrar; verifica qual é o risco iminente para as pessoas e imóveis e possibilidade de futuras explosões e incêndios subjacentes. Isso é prevenção, isolamento imediato do problema.
Quantas vezes, amigo leitor, você já ouviu: “O que me interessa é o conjunto da obra”. Essa máxima é mais profunda e sutil do que a maioria imagina. Muitas vezes, ante um problema evidente e ameaçador ficamos absortos e impotentes por causa do próprio fato e a não enxergar saídas alternativas e variáveis, que sempre são muitas. Aí, vê-se o problema avolumar mais e mais até sentir que o mundo vai desabar a tudo esmagando. Pode ser que, ante a falta de ação e medo, o problema em questão tende a se agravar. Mas jamais tanto quanto a dimensão que a mente das pessoas lhe dá, dentro de um quadro emocional.
Muitos acabam desesperados ou em depressão profunda e tiram a vida de seus familiares, de várias pessoas inocentes e a até a sua própria, como temos frequentemente visto em manchetes. Em outras palavras: “Afaste-se da árvore para melhor ver o bosque”.
Tenho citado essa sábia frase em todas as minhas palestras. E ela, no meu caso, foi experimentada e finalmente aprendida de tanto que apanhei. A descoberta e a prática dessa frase não acontecem de um dia para o outro. É necessário passar por muito sofrimento e frustrações. Então, o relativismo como eu o entendo, funda-se na suspeita que, ante o aparente e o evidente, pode haver engano, uma distorção de imagem.
Mas cuidado. Hoje, por razões ‘culturais’, com que muitos se defendem, e que me parecem meras desculpas esfarrapadas, na verdade, são razões de educação, baseadas na ‘má criação’ recebida em casa. Há pessoas que, covardemente esgrimem a frase de Einstein: “Tudo é relativo, nada absoluto”. Esta, sim, é que é incontestável.
O que é contestável é querer dizer “Cada um é como é”. “Cada um tem o direito de pensar o que quiser”.
Mas é claro e graças a Deus. Porém, sem bom senso essa postura vira malandragem. Todos temos o direito de defender as próprias opiniões e atitudes. Mas há verdades e evidências tão claras que negá-las caracterizaria um ato criminoso. Tanto quanto um crime de perjúrio, quando uma testemunha mente descaradamente ante o juiz.
Portanto, não se deve exagerar com o relativismo, que é uma faca de dois gumes. Há verdades que são axiomáticas, tão evidentes que não precisam de demonstração. Por exemplo, as leis da gravidade, da rotação, da translação. (Continua na próxima edição).
 

 

SUPERVIVÊNCIA



Querido leitor... é bom armar-se de paciência, pois este, tem trechos pesados. As grandes calmarias são na verdade o sinal vermelho de que uma grande tempestade está se formando. O grande maremoto (Tsunami) de 2004, no Oceano Índico, deixou o mundo perplexo e em pânico. Superou e em muito qualquer filme do cinemacatástrofe até hoje filmado. Outra vez, a realidade superou a fantasia. Em poucos minutos, ondas gigantescas, como nunca tínhamos visto, despencaram com força total nas costas de várias cidades distantes, ao mesmo tempo, com um impacto destruidor tal, que a mente mais alucinada não ousaria imaginar.
Em poucos minutos o mar levou milhares e milhares de vidas arrasando cidades inteiras. Antes disso, o mar estava tão calmo que, na verdade, parecia mais um espelho.
Então, houve um abalo sísmico nas profundezas produzindo uma onda de choque até provocar ondas gigantescas, que, em oito minutos, chegaram às regiões costeiras pegando todo mundo de surpresa. Pois é. No mundo financeiro assistimos a algo parecido. O chamado Tsunami Financeiro. Ainda que não matando de forma violenta, o efeito colateral
remanescente, provocou uma crise financeira global sem precedentes na história. Em efeito dominó, foi derrubando as bolsas de valores em todo mundo, deixando apavorados investidores, empresas e nações. O pânico e o desconcerto SUPERVIVÊNCIA tomou conta do mundo, deixando uma onda de pessimismo que produziria a segunda onda, a pior de todas: uma paralisia geral, deixando os mercados sem coragem de investir e, consequentemente, sem produção, levando as grandes empresas a dispensar milhares e milhares de funcionários, além de muitas outras a falir, sem pausa. Um verdadeiro curto circuito planetário. Esse desemprego em massa deixou um rastro de impotência quase irreversível. Diríamos que foi um grande apagão.
É o pior dos cenários possíveis: o caos globalizado. Desemprego maciço igual à fome, igual à criminalidade sem controle, igual à eclosão social, igual ao terrorismo, igual a
guerras, igual à devastação. Ninguém acreditava que isto um dia podia acontecer, mas aconteceu. Agora relaxe. Um pouco de humor não faz mal.
(...) Parece o fim, mas não é, e não será. Nunca o tivemos e não teremos. O homem, segundo os historiadores, já sobreviveu à própria Era do Gelo. Mas disso vamos falar mais adiante, porque a Deus pertence. Agora, nossa prioridade é analisar e descobrir o que há por trás das turbulências, para tirar proveito da extraordinária lição que ela guarda e que deve ser revelada. * Extraído do livro Alerta, Turbulências, Acorde, de Carlos Eduardo Tesler.

 

O NOVO HOMEM




No caos imperante está nascendo uma nova ordem mundial e ela engendra por si mesma um novo homem. Isso é motivo de grande alegria e alvoroço. Eu sempre prediquei que, para toda grande mudança, só existem dois caminhos: por evolução ou por revolução.
O homem, como entidade, estava demorando demais a evoluir. É impossível transgredir  as leis da natureza e do universo sem uma resposta imediata. Tudo está em perfeito  equilíbrio. Se houve uma grande transgressão, a resposta é diretamente proporcional. A  natureza já deu mostras disso. De tanta fumaça foi sufocada...
Moralmente o homem também transgrediu, contaminou-se a um ponto insustentável. Portanto, com ele também não foi diferente. Tivemos a resposta. Independente das consequências dos dois grandes estragos que produzimos, é claro e evidente que o homem mudou de forma traumática e está determinado a mudar os dois cenários.
A natureza é a sua ‘própria’ natureza. Uma tomada de consciência sem precedentes. Dá para enxergar o fim da linha... Mas ninguém quer pisá-la, muito menos ultrapassá-la. O mundo todo seta unido numa grande virada. É comovedor.

Sabe aquele vaso ornamental, importado e belíssimo da sala e que a mãe adora tanto? Bem, a criança brincando lhe deu uma bolada e acaba de quebrá-lo. Se a mãe chegar... vai apanhar feio! É preciso fazer alguma coisa urgente. Tamanho é o desespero, que ela mesma tenta colar os pedaços fazendo uma obra de arte que inclusive não esperava ser capaz...

Pois é... todo mundo está empenhado em juntar os pedaços, mudar paradigmas, mudar o sistema financeiro global, mudar comportamentos, mudar de atividades, se for o caso, para poder resistir, sobreviver à nova jornada...

 

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Blog Cibele Leite

 

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A voz do leitor

Oi Cibele,
Já faz algum tempo que não nos falamos. Estou morando aqui nessa terra maravilhosa (Porto Seguro/BA) e trabalhando bastante. Sempre que posso, acompanho as notícias da nossa querida Divinópolis na internet, e é claro, não poderia ser outro senão o site Magazine. Um grande abraço e que DEUS abençoe a todos.

Professor Serjão - Porto Seguro/BA

 

Li no site do Magazine sobre uma possível greve dos trabalhadores do transporte coletivo. Os motoristas e cobradores da Trancid não sabem o poder que possuem, vide o que está acontecendo em BH. É uma pena ter o Adami como presidente do sindicato, já que ele é um pau-mandado dos donos da Trancid. A situação poderia ser bem melhor para os trabalhadores.

“Pegador de ônibus”

 

Olá direção do Magazine,
Será que se lembra de mim? Já trabalhei em seu jornal com uma coluna e também em vários jornais e revistas de Divinópolis. Atualmente tenho minha revista no Espírito Santo. Acessei o site e com certeza já o coloquei em meus favoritos. Se tiver um espaço no jornal queria colocar umas fotos dos trabalhos realizados aqui por nós.

César Magalhães



Olá pessoal do Magazine,
Gostei muito do site e do seu conteúdo, bem escrito, exato, honesto, atual, como sempre. Por isto, coloquei um link em meu blog.  Espero que aprovem (e permitam). Seção notícia.
Obrigado. Com votos de sucesso.

Flávio Flora

 

Tenho lido o jornal pela internet e o acho bacana pra caramba. Não sabia que no interior havia um veículo de comunicação deste naipe, com esta qualidade!

Ana Maria Lontra – BH.

 

Prezada Cibele, prezados integrantes da equipe:
Meus parabéns pela primorosa edição do último final de semana. Divinópolis nunca teve um jornal tão bom assim! É pena lutar com a carência de apoio financeiro, que deveria partir, principalmente, da classe comercial e industrial do município, que é omissa e dá a impressão que vive numa cidadezinha e não em uma já quase metrópole.

Lázaro Barreto, escritor

 

Equipe do Magazine, Parabéns pela primeira edição impressa do ano – ficou ótima, sensacional. Obrigado!

Weiler Batista

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“Sem as mulheres o que seria de nós.”
Vereador Hilton Aguiar/PMDB

 

"A internet pode ser usada para fazer o bem e o mal, é uma ferramenta atual que atinge muitas pessoas ao mesmo tempo. Há criminosos, pedófilos que usam este meio com a ideia de que são anônimos lá, friso que não são, combatemos o crime virtual também.”
Dr. Carlos Fortes, promotor de Justiça

 

“É um absurdo, porque sabemos que milhares de mulheres que enfrentam a violência doméstica em nosso País são intimidadas, ameaçadas e acabam não tendo condição de representar contra o seu agressor à Justiça. Espero que essa decisão do STJ seja revista.”
Cida Diogo/PT, deputada federal, sobre as alterações na lei Maria da Penha


“Uma cidade é um organismo vivo, dinâmico. Por isso deve estar em permanente estado de crescimento, de novas conquistas. Assim é Nova Serrana. É assim que se faz para administrar bem uma cidade hoje...e no futuro.
Paulo César de Freitas/PDT, prefeito de Nova Serrana


“O Secretário Adjunto, senhor Gilmar Santos, que se tornou conhecido como o Secretário da Morte, é ainda mais nefasto para este governo. Já colocou a administração em maus lençóis ao afirmar que prefere que a população morra ao invés de procurar o Pronto-Socorro.”
Dra. Heloisa Cerri/PV

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São estes os filmes em cartaz no Terra Parque Shopping em Divinópolis/MG

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